19 de junho de 2018

"Ele acreditava que poderia empinar aquela pipa no alto. Mas faltava vento...
Ele corria e tropeçava sempre. E o vento dizia: sem mim, você não é nada.
O que se vê falta, acaba e o que se precisa realmente, não se percebe e nem sente.

Então pensei: plantar a semente de uma árvore, demonstra fé no futuro. Sem nós o mundo não pode ser nada. Por isso, dilui-se vorazmente o tempo e não se nota a falta de espaço pela soma da corrupção e alienação do conhecimento humano. 

(Fragmentos)

Os demônios

Os demônios A penumbra da madrugada fria Onde estreitos eixos se debatem Como um finíssimo aço na mata que se propaga Um saco de ossos v...